quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Saiba o que observar ao comprar um imóvel usado

Avalie a construção do empreendimento, ou seja, se há rachaduras ou infiltrações; verifique também a vizinhança e os meios transporte


Não erre na hora de comprar um imóvel usado (Fotos: Thinkstock)
Ao procurar um imóvel usado, é comum ter aquelas famosas dúvidas: onde comprar? Será que vale a pena investir em um apartamento antigo? Para não ficar perdido, é preciso estar atento a fatores capazes de influenciar a avaliação da casa. Confira as dicas que o Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci-RJ) e imobiliárias de São Paulo, listaram para o cliente não ter dores de cabeça futuras na hora de adquirir um novo bem.
1 – Verifique a localização, a vizinhança e os meios de transporte. Os serviços públicos e o comércio, como padaria, hospitais e bancos, também são pontos importantes a serem observados. Feiras e casas noturnas podem atrapalhar.
2 – Avalie a construção do prédio, ou seja, se há rachaduras ou infiltrações. Observe como é feita a limpeza e a manutenção das áreas comuns.
3 – Tenha atenção quanto à saúde financeira do condomínio para evitar surpresas com cotas extras, inadimplência e obras. Um dado interessante a ser observado é se o prédio está passando por alguma reforma. Caso esteja, procure saber por quanto tempo.
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4 – No Rio, a posição dos imóveis voltados para o sol da tarde é um fator de desvalorização, devido ao intenso calor que passa para os cômodos. Como peso positivo na avaliação está a iluminação e ventilação direta dos banheiros. Faça visitas em horários diferentes ao imóvel para observar o comportamento da luz solar e como é o fluxo de veículos na rua em frente.
5 – Observe o piso e as portas: se houver acúmulo de pó, principalmente de madeira, é indício de cupim. Algumas regiões são mais afetadas pelo problema, portanto, é importante que seja feita uma dedetização periódica.
Verifique a localização, a vizinhança e os meios de transporte presentes
6 – Verifique a caixa de disjuntores, tomadas e interruptores. Veja se tem resíduos de superaquecimento, manchas escuras, fios retorcidos ou com isolamento danificado. Imóveis antigos podem não estar preparados para receber a demanda de aparelhos eletroeletrônicos utilizados atualmente. Se preferir, peça para um profissional de confiança avaliar as condições elétricas.
7 – Acione torneiras, chuveiros e válvulas do imóvel para observar o funcionamento do encanamento. Se apresentar uma coloração avermelhada ou turva, provavelmente é da tubulação antiga ou da falta de manutenção do reservatório de água.
8 – Infiltrações são facilmente detectadas pela cor escura que paredes e teto apresentam.
9 – Quanto maior a segurança, melhor. Durante a visita, observe a forma como foi abordado na portaria, a facilidade de acesso ao edifício. Um prédio com portaria física 24 horas, ante-câmera e sistema de vigilância monitorada dará mais tranquilidade e proteção aos moradores.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

CADEIRAS E POLTRONAS: UM TOQUE A MAIS NA DECORAÇÃO


Elas podem apresentar-se com diferentes materiais, cores, formas, tamanhos e texturas. Não importa o modelo escolhido. O fato é que cada vez mais as cadeiras e as poltronas estão transformando-se em peças de destaque na decoração de qualquer ambiente. Seja na sala de estar ou na de jantar, no home-theater, no canto de leitura e até no quarto, elas ajudam a personalizar o espaço, promovendo charme e conforto.

Pode parecer simples, mas a escolha desses itens requer atenção especial. Segundo a designer de interiores Magda P. Braga, da DMA Design de Interiores, em São Paulo, o primeiro passo antes de adquirir um desses móveis é ver a proporção do local. “Tome cuidado para não atrapalhar a circulação do seu ambiente”, alerta.

Se o seu apartamento é pequeno, as poltronas decorativas com bracinhos de apoio tornam-se uma boa alternativa. “É um recurso na decoração, que incrementa ambientes menores”, afirma Magda. Só que elas não têm o mesmo conforto das poltronas que seguem o desenho do sofá. Essas últimas, porém, são indicadas apenas para ambientes espaçosos.

Outra tendência que veio para ficar é usar cadeiras de jantar com tonalidades ou modelos diferentes, como as mais encorpadas nas pontas da mesa. “Cada peça dessas pode ser de uma época, simbolizando um estilo diferente, pois trazem identidade e personalizam seus cômodos”, afirma a designer de interiores de Santo André Barbara Paludetti, que mantém o blog By Barbara Paludetti, com dicas de decoração.

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Texturas e cores


O importante é que as peças dialoguem entre si: sofás com a mesma proposta estética das poltronas e mesas de jantar com cadeiras da mesma dimensão, por exemplo. Também dá para “brincar” com a textura das peças envolvidas na decoração, usando o mesmo tom — por exemplo tonalidades de crus — em peças de veludo, de linho, chenile e matelassê.

Mas se você quer mesmo destacá-las, contraste suas cores com as dos demais móveis. Só tenha em mente o impacto que quer causar no seu espaço. “Uma cadeira com tonalidades vibrantes, que se sobressaem em relação ao restante das peças, chama atenção e tem a proposta de descontrair, já as cores escuras são mais sóbrias”, ensina a profissional.

confira as dicas de como escolher corretamente os tons para aproveitar bem os espaços da sua casa e deixá-la mais harmoniosa e elegante.






Um recurso bastante utilizado hoje em dia também é o uso de estampas diferentes, como floral com listrados e lisos. Mas atenção para o bom senso. “Florais têm apelo mais romântico; listras causam ar mais moderno e tecidos brilhosos, mais sofisticação”, explica Barbara.

Fibras naturais


Os projetos de cadeiras e poltronas com fibras naturais continuam em evidência. Esse tipo de material ganhou destaque a partir de 2009, quando uma parceira entre lojistas e a Organização das Nações Unidas (ONU) promoveu o Ano Internacional da Fibra Natural.

Empresas como a Armando Cerello investiram em linhas exclusivas de chaises, cadeiras, poltronas e outros móveiselaborados com matérias-primas naturais, como junco, apuí, rattan, palha e bambu, oriundas de reservas de extração de manejo sustentável. Há poltronas com porta-copos e revisteiro embutidos no braço. Outras apostam em assentos em tecidos coloridos ou couro ecológico e um acabamento envelhecido. Se você é um apoiador dos movimentos sustentáveis, estas são as alternativas ideais para compor seu ambiente.

Ao contrário do que muita gente imagina, não é preciso gastar muito dinheiro para mudar a decoração dos ambientes. Clique aqui e saiba como, com uma boa dose de criatividade e algumas dicas certeiras, a sua casa pode ficar linda!



Saiba o que deve ser apresentado no ato da compra do seu imóvel


A um passo de realizar seu sonho de adquirir a casa própria, você precisará reunir diversos documentos para concluir sua compra. Veja quais são:
Documentos (Foto: Divulgação)
Documentos relaticos ao imóvel:
- Cópia da escritura e matrícula do imóvel (registrado em Cartório de Registro de Imóveis (CGI))
- Certidão quinzenária (expedida pelo CGI)
- Certidão negativa de ônus reais
- Registro de citação de ações reipersecutórias alienações expedida pelo CGI
- Certidão negativa de impostos expedida pela prefeitura ou cópia do carnê de imposto predial dos últimos 5 anos.
- Cópia autenticada do IPTU do exercício acompanhado de parcelas pagas até a data do processo.
- Averbação da construção junto ao CGI competente.
- Planta do imóvel aprovada pela prefeitura, assinada pelo engenheiro ou arquiteto
- Declaração de quitação de débitos condominiais assinada pelo síndico (para condomínios)
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Documentos relativos ao comprador:
- Cópia do RG e CPF. Se forem cônjuges, de ambos.
- Se for assalariado: Carteira profissional e os três últimos comprovantes de renda
- Se for empresário: Contrato social da empresa em que é sócio, declaração do contador informando a retirada mensal com firma reconhecida, extratos bancários dos 3 últimos meses e renda através de aluguel deve ser comprovada pelo contrato de locação e escritura definitiva do imóvel.
- Se for liberal: Cartas das empresas para as quais comprador presta serviço informando rendimentos, declaração com firma conhecida do comprador informando seu ganho mensal e extratos bancários dos 3 últimos meses
Documentos relativos ao vendedor:
Pessoa física: mesma relação solicitada aos compradores. Em caso de espólio e menores deve ser anexada a autorização para a venda do imóvel.
Pessoa jurídica: cópia autenticada do contrato social ou estatuto social na Junta Comercial. Além disso, são necessárias cópias autenticadas dos seguintes documentos:
- Carta informando a data da última alteração contratual ou estatutária.
- Indicação dos representantes que assinarão o contrato.
- Certidão Negativa de Débito do INSS (CND).
- Certidão de Quitação de Tributos Federais
- Documentos de Identificação: Identidade, CIC, Certidão de Casamento, etc.

Dicas para melhorar a vida do alérgico em casa

Queda brusca de temperatura e o aumento da umidade nos ambientes internos do imóvel são capazes de provocar espirros e insuficiência respiratória


As mudanças repetina de clima são consideradas grandes vilãs das alergias respiratórias. Com a chegada das frentes frias e do Outono (de março a junho), uma das estações prediletas dos ácaros, as crises de rinite e asma podem se tornar ainda mais frequentes em casa se o alérgico não tomar alguns cuidados. A queda brusca de temperatura e o consequente aumento da umidade nos ambientes internos do imóvel são capazes de provocar espirros, corizas, coceiras na garganta e insuficiência respiratória.

Umidade nos ambientes internos do imóvel são capazes de provocar espirros e insuficiência respiratória (Fotos: Thinkstock)
De todos os ambientes da casa, o quarto, segundo a Associação Brasileira de Alergia e Imunologia do Rio de Janeiro (Asbai – RJ), é o que merece maior atenção dos que sofrem de problemas respiratórios. Como o quarto é o ambiente em que as pessoas passam em média oito horas ao dia, tempo de sono, é preciso ter um cuidado especial em cobrir a cama e travesseiros com capas impermeáveis, que podem ser de TNT ou Poliruetano.
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Além das capas impermeáveis, que custam em torno de R$ 100 em camas para casal, a entidade indica como alternativa temporária e mais econômica de controle de ácaros o uso de plásticos para cobrir o colchão e papel contato nas paredes. Com a devida proteção, o morador pode adornar o quarto com lençóis e fronhas do material que quiser. A troca da roupa de cama, no entanto, deve ser realizada de dez em dez dias e ser lavada com água quente.
Na hora de buscar formas de dar frescor ao quarto, surge a dúvida entre usar o ventilador ou o ar-condicionado. O primeiro, por acumular poeira nas palhetas, coloca os ácaros em suspensão e os joga no ar, tornando o ar impuro para aspiração. O sistema de refrigeração do ambiente, no entanto, pode ressecar as vias respiratórias. Portanto, este só deve ser usado quando a alergia está sob controle e a ventilação deve ser descartada. Os mais indicados para os alérgicos, segundo profissionais, são os refrigeradores de ar split, devido a facilidade de limpar suas palhetas.
Os desumidificadores também podem ser boas opções para os alérgicos. O preço varia de acordo com a tecnologia escolhida pelo morador e o tamanho do ambiente, podendo variar de R$ 80 a R$ 3.000. Mas em ambientes de muita umidade, nem sempre o seu uso será eficaz. As casas próximas às pedras, por exemplo, como algumas do Jardim Botânico, Cosme Velho e Gávea, no Rio de Janeiro, em Campos do Jordão (SP) e cidades próximas, podem desencadear fortes processos alérgicos no morador por acumularem muita umidade.

Produtos de limpeza específicos para os alérgicos também são sempre bem vindos
Para dar um ar mais saudável para que o morador possa respirar melhor os ambientes da casa precisam estar sempre arejados, com janelas abertas, principalmente no período da manhã. As portas, se possível, devem também ficar abertas. É bom passar um pano úmido nos móveis e no chão apenas com água sempre que puder e procurar mobiliar o quarto do alérgico com móveis que não fiquem colados à parede, como a cama, por exemplo, que acumula poeira. O melhor piso é o frio, de cerâmica ou de rejunte estreito. Quem tem um imóvel de carpete e não tem como tirá-lo, o conselhor é usar o aspirador de pó, sempre tendo o cuidado para não deixar os resíduos escaparem para os ambientes da casa.
Outra artimanha que pode melhorar muita a vida dos afetados pelas crises alérgicas, principalmente as crianças, é o uso de pisos emborrachados. Os produtos de limpeza específicos para os alérgicos também são sempre bem vindos. Em lojas especializadas há sabões, detergentes e desinfetantes que cumprem bem o papel de higienização dos ambientes com sua ação fungicida e antibacteriana. No entanto, os cuidados para se ter uma casa mais agradável aos que sofrem com espirros e corizas diárias não substituem o tratamento com um alergista. Todas essas adaptações e materiais indicados para diminuir o acúmulo de poeira, umidade e ácaros são formas de ajudar a reduzir as crises do alérgico.

DICAS DE DECORAÇÃO PARA APARTAMENTOS PEQUENOS


Morar em um apartamento pequeno não precisa ser sinônimo de desconforto e bagunça. Ao contrário, é um desafio que pode render um ambiente bonito e aconchegante. Hoje as medidas menores são cada vez mais comuns no mercado imobiliário, o que exige muita criatividade e planejamento dos proprietários na hora da decoração.

Como separar os cômodos de um apartamento pequeno?


Otimizar o uso do espaço em pequenos imóveis requer a criação de ambientes multifuncionais. E para que essa tarefa não seja um sufoco, Daniela Mattos, arquiteta e designer de interiores, dá algumas dicas.

"Móveis desenhados especificamente para cada utilidade ajudam a explorar os cantinhos. Mesas embutidas e pufes que podem ser usados como assento na hora das refeições e apoios laterais também auxiliam no melhor aproveitamento do espaço", explica.

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Para dar a impressão de dimensões maiores, o ideal é unir os ambientes e abusar da luminosidade natural. Mas se a intenção é separá-los, você pode usar meias-paredes, divisórias de correr – que integram e separam salas conforme a sua necessidade – ou fazer estantes sem fundo, que permitem distinguir as áreas sem bloqueio visual ou de luz.
"Espelhos também são grandes aliados para dar a sensação de amplitude, pois duplicam visualmente o local inteiro quando colocados em lugares estratégicos", explica Daniela.

Como decorar um banheiro pequeno

 

Saiba como decorar banheiros pequenos

Como manter a ordem na despensa?

Organize seu armário e ganhe tempo




Ganhe espaço utilizando cores claras, muitas prateleiras e luz natural. Projeto de Daniela Mattos.

Organização e cores viabilizam o conforto

 

Livre-se da bagunça dispensando o supérfluo e procure ter o essencial para facilitar o armazenamento de objetos, roupas e livros. Aproveite para doar tudo o que você não usa mais. Para guardar o que é realmente importante, instale armários nas paredes – ocupe até as partes mais altas, utilizando também prateleiras.

Quanto às cores, Daniela recomenda as claras: "Elas ajudam a refletir a luminosidade, resultando num espaço aparentemente maior. Não precisa ser o branco, pois há uma infinidade de tons disponíveis que dão o mesmo efeito".





terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

FAÇA VOCÊ MESMA A DECORAÇÃO DA SUA CASA


A casa deve ser um dos nossos locais preferidos para reunir forças, relaxar e se recuperar. Afinal, é lá que começa e termina o dia. Esse espaço pode ser único, identificado com as suas preferências e, claro, com um toque especial todo seu.

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Para a artista plástica Denise Meneghello, que apresenta as suas técnicas nos programas Mais Você, da Rede Globo, e Faça em Casa, no Canal Bem Simples (FOX), a reciclagem está com tudo: "Ideias com reaproveitamento estão cada vez mais presentes, pois deixam os ambientes mais autênticos e bem-humorados. São inúmeras as possibilidades, basta ter um pouco de criatividade e bom gosto".

O que acha de usar alguns livros para fazer um banquinho? Você pode selecionar materiais e objetos, dando-lhes um destino mais nobre que os aterros sanitários. Beleza e sustentabilidade conferem um ar aconchegante e, dependendo dos itens escolhidos, criam uma atmosfera divertida, além de revelarem a sua personalidade. Veja a seguir algumas sugestões e brinque com a imaginação!

– Que tal um escorredor de macarrão, devidamente adaptado, cumprindo com versatilidade o papel de luminária? Você só precisa de uma furadeira, um soquete com fio e um plugue.

– O que acha de usar alguns livros para fazer um banquinho? Para isso, pegue alguns exemplares de tamanho semelhante e empilhe-os até alcançar a altura desejada. Os de capa dura são excelentes! Na base, coloque um papelão para que o contato com o chão não danifique nenhuma das obras. Prenda a pilha utilizando um ou dois cintos.
 
– Uma mala antiga pode receber pés, virar um aparador e, assim, trazer alegria para algum canto esquecido da casa.

– Caixas de frutas, daquelas que vemos na feira, podem ganhar cores e se tornar ótimas prateleiras. Para cumprir essa tarefa, você usará tintas e lixa. Se desejar, desmonte uma para utilizar as laterais como divisórias internas. Nesse caso, serão necessárias uma pequena serra e cola de madeira.

– Uma velha geladeira pode se tornar uma estante ou um bar para dar uma cara “retrô" ao ambiente.





DIVISÓRIAS: MANEIRAS CRIATIVAS DE SEPARAR AMBIENTES EM SUA CASA


Apartamento muito pequeno, quantidade insuficiente de quartos para todos os moradores ou, ao contrário, uma sala grande e mal aproveitada... Todos esses probleminhas domésticos podem ser facilmente solucionados se você lançar mão das divisórias para gerar novos ambientes.

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Gostou da ideia? Então, não precisa se preocupar ou pensar em reformas trabalhosas. A arquiteta Katiucia Carvalho Gonçalves mostra que é possível fragmentar os cômodos de diversas maneiras, seja com materiais elaborados, ou alternativas que não demandam um furo sequer na parede.


Separamos algumas sugestões para que você escolha qual delas se adapta melhor às suas necessidades e possibilidades:

 

BiomboOs materiais mais populares



Se o que você precisa é criar um espaço mais privativo, o eucatex e o gesso acartonado são as opções mais em conta. O metro quadrado da segunda opção, por exemplo, custa em torno de R$ 35.


A aplicação é bem fácil, mas em ambos os casos demanda mão de obra especializada. As divisórias são vendidas em módulos, que serão parafusados em um suporte sem danificar as paredes da casa.


Para não deixar o lar com cara de consultório, procure ousar nas cores e formas. "Dá para colar adesivos ou fazer recortes diferentes nas divisórias", diz Katiucia.


Biombos são chiques e práticos



Além de objetos de desejo, os biombos são bem simples de usar: basta escolher um modelo bonito e colocar no cantinho que achar ideal.


Os preços variam tanto quanto os tipos disponíveis no mercado. Por isso, resista às tentações e tenha cuidado para manter o estilo da sua mobília. "Móveis rústicos não combinam com um biombo muito colorido, assim como um ambiente clean não fica bom com um item pesado", alerta Katiucia.

 

Hanging: a tendência do momento



Esses artigos são ideais para serem pendurados no teto ou em estruturas altas. "São uma releitura das tradicionais cortininhas de fitas", explica Katiucia.


Com desenhos bem modernos, as hangings podem ser de acrílico, miçangas e até pedrarias.


Quer seguir a moda improvisando? Fácil! Transforme aquele tecido bonito que tem guardado em uma cortina estilosa e deixe-a entre os espaços que deseja isolar.
 


biombos são bem simples de usarLá da casa da vovó



Já chegou a pensar nos objetos que você ou seus conhecidos deixam encostados por aí? Pode ser que encontre preciosidades.


Janelas e portões velhos podem dividir os cômodos de maneira superestilosa, além de servirem como belas peças decorativas. Perceba na imagem do topo desta matéria como ficou bacana a pintura em tom azul mesclada aos vasos de flores.


"Sempre é bom reciclar o que você já tem. Se for para comprar materiais em lojas de antiguidade, pode ficar bem caro", avisa a arquiteta.



Criatividade



Muitas vezes, a disposição de itens comuns cria linhas divisórias entre diferentes áreas do seu lar. Essa técnica é ideal não apenas quando você quer apenas delimitar os espaços, mas mantê-los integrados. No álbum a seguir, Katiucia mostra que há uma série de artifícios para fazer isso.


segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

ESCOLHA A PISCINA CERTA PARA A SUA CASA SEM AFOGAR O SEU BOLSO


Ter uma piscina em casa já não é mais privilégio exclusivo de quem tem dinheiro. Com o tempo mais quente a cada ano, ter uma piscina em casa se tornou uma excelente ideia para aproveitar o verão com mais comodidade sem gastar muito.Ter uma piscina em casa já não é mais privilégio exclusivo de quem tem dinheiro.

“Além de decidir qual material usar, você deve saber quais são os itens mais importantes para construir a sua piscina; eles variam entre custo, durabilidade, prazo da obra, manutenção, limpeza, resistência, probabilidade de acidentes (como vazamentos) e, claro, a estética”, diz a arquiteta e designer Mari Antonieta Bernardo Souza. Segundo ela, existem diversas técnicas de construção e acabamento, mas as mais convencionais são as de vinil, de concreto e de fibra de vidro.


Para que a obra tenha qualidade e o resultado seja satisfatório, é importante que um profissional – arquiteto ou engenheiro – acompanhe todo o processo. “O cliente não precisará arcar com gastos extras nem mandar refazer o trabalho ou gastar com manutenção desnecessária”, explica Mari.

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Entre as inúmeras opções no mercado, as piscinas de vinil são uma boa escolha, sobretudo quando se pensa em custo-benefício, devido ao material impermeável, à facilidade no transporte e à quantidade de variações estéticas e de tamanhos. Mas não deixe de avaliar a qualidade do produto!

“No caso das piscinas de concreto, as vantagens são a durabilidade e a segurança, além de poderem ter diversos formatos, dimensões e acabamentos. Ou seja: totalmente personalizadas”, ressalta a arquiteta. No entanto, o que dificulta é o alto custo da instalação e da manutenção. “Se a obra for mal executada, a possibilidade de vazamento é grande, causando mais gastos ou até uma reforma antecipada”, afirma.

Com a instalação de uma piscina de fibra de vidro, uma das mais acessíveis por ser pré-fabricada e que leva cerca de 10 dias para ser colocada, você estará mais perto de convidar os amigos e a família para desfrutar dos dias quentes de sol. “A desvantagem é a descoloração, geralmente azul, decorrente das ações do tempo e dos produtos químicos. E também pode ocorrer o aparecimento de bolhas por causa do excesso de cloro na água ou da má-formação no molde da fibra”, esclarece Mari.

A piscina de superfície, como o próprio nome diz, não necessita de um dos passos mais trabalhosos da obra: furar o terreno. Segundo a arquiteta, ela pode ser removida e não precisa ser deixada na casa em caso de mudança. “Mas é claro que depende de como está o acabamento e o deck em torno”, destaca a profissional. E atenção: essa opção não agrega valor ao imóvel se ele for colocado à venda.

Existem ainda as piscinas de lona, que são simples, bem mais baratas e fáceis de serem encontradas e instaladas pelo próprio cliente. “A desvantagem é que elas não são atrativas nem duráveis como os outros sistemas de construção”, completa a arquiteta e designer.

Escolha a sua piscina

Para ajudar você, resumimos a seguir as dicas de Mari com as vantagens e desvantagens das opções disponíveis.

- De concreto: durável e segura, esse tipo de piscina tem mais probabilidade de vazamento se a obra for mal executada, podendo trazer dores de cabeça no futuro.

-   De superfície: fácil de instalar por não ser necessário perfurar o terreno, mas não agrega valor ao imóvel.

-    De fibra de vidro: a obra é rápida, simples e barata. Porém, como não existe uma solução mágica, as ações do tempo ou dos produtos químicos podem descolorir a piscina. O excesso de cloro ocasionalmente leva ao aparecimento de bolhas.

-    De vinil: o material é impermeável, o transporte é fácil e tem variações estéticas. Porém, lembre-se de avaliar a qualidade do produto!

-    De lona: o processo de instalação é mais fácil e rápido, mas a piscina é esteticamente feia e tem pouca durabilidade.

Alguns projetos podem contar com prainha, hidromassagem, cascata, água aquecida etc., mas é preciso preparar o bolso para o custo mais alto.

Com essas dicas, esperamos que fique mais fácil ter a sua área de lazer particular para curtir o verão.

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Plantas para proteger e atrair boa sorte para a casa


Conheça as espécies que, segundo a crença popular, podem evitar o mau-olhado e trazer prosperidade


Arrumar a casa e deixá-la mais bonita é quase sempre uma das metas de ano novo. E para ajudar nesta tarefa, plantas conhecidas popularmente para combater o mau-olhado podem contribuir para deixar o lar mais harmonioso e atrair proteção. A árvore-da-felicidade, por exemplo, pode ajudar a resolver questões amorosas. Já o alecrim afasta o baixo astral e eleva as energias positivas do ambiente.  

Silma Fernandes, consultora de Feng Shui e paisagista, e Angela Cristina Rossi, engenheira agrônoma do Shopping Garden (SP), falam sobre 12 espécies que trazem proteção ao lar e explicam a melhor maneira de cuidar de cada uma delas. 


Alecrim 
Quando parece que a vitalidade da casa foi embora, o alecrim é perfeito para tirar aquele clima baixo astral. “É um ótimo limpador de fluidos de baixa frequência, protege e eleva a energia local”, diz a consultora de Feng Shui. Para cuidar bem da erva, é preciso deixá-la no sol e em ambiente arejado, preferencialmente do lado externo. “Também é necessário esperar a terra secar antes de regar novamente”, explica Angela Rossi.
Arruda 
Quando o clima na casa está pesado ou aconteceram coisas difíceis, a arruda pode ajudar a promover uma verdadeira limpeza no ambiente, além de espantar a inveja e o mau-olhado. Além de suas características de proteção, ela é fácil de cuidar, só precisa de sol e de ser mantida sempre úmida.
Árvore-da-felicidade 
De acordo com Silma Fernandes, a espécie é recomendada para ajudar a resolver, principalmente, questões amorosas. Não é à toa que ela sempre é plantada em duas mudas, conhecidas como macho e fêmea. Com uma bela folhagem, a árvore-da-felicidade se dá bem tanto dentro como fora de casa, mas tem de ficar perto de janelas, em local bem iluminado e arejado. 
A arruda ajuda a espantar a inveja e o mau-olhado
Avenca 
Muito sensível, a avenca é um verdadeiro termômetro ambiental. “Quando a faixa vibratória da energia cai muito, ela também se desmancha”, esclarece Silma Fernandes. Boa para ter dentro de casa, a planta requer alguns cuidados, como mantê-la sempre úmida e ser adubada com regularidade.
Comigo-ninguém-pode 
Esta é a planta ideal para proteger o ambiente de energias negativas. Coloque-a sempre em lugar sombreado e não regue demais. “É preciso tomar cuidado porque ela é extremamente venenosa e deve ser evitada por quem tem bichinho de estimação ou criança pequena”, explica Angela Cristina Rossi.
Dinheiro-em-penca 
O ideal é que esta planta fique em pontos estratégicos da casa, perto de onde se guarda coisas de valor, a fim de atrair dinheiro. Em empresas, pode ser colocada próxima ao departamento financeiro ou de vendas. No entanto, a dinheiro-em-penca não é recomendada para ambientes internos. “Apesar de ser bem resistente, sua folhagem precisa de sol e umidade”, explica a engenheira agrônoma Angela Cristina Rossi.
Espada-de-São-Jorge 
Para quem quer trabalhar a espiritualidade ou elevar a energia, esta é a planta mais recomendada. Solar, a espada-de-São-Jorge vai melhor em ambientes externos, pois precisa de bastante luminosidade. E nem é necessário regar muito. 

Guiné 
Planta superrústica, é bem resistente e não requer muitos cuidados. Basta mantê-la sempre úmida. Na casa, pode ser utilizada para uma limpeza energética. Popularmente, a guiné também é bastante conhecida por combater o mau-olhado. Por isso, procure deixá-la próxima às portas de entrada, para filtrar as energias negativas.
Lírio-da-paz 
Manter a terra sempre úmida é uma necessidade desta planta, que melhora o equilíbrio do ambiente. “Ela também limpa os pensamentos negativos, as ondas eletromagnéticas que vêm de aparelhos eletroeletrônicos e celulares, e a má energia do esgoto”, afirma Silma.
O manjericão pode ajudar a limpar o ambiente e dinamizar a energia
O manjericão pode ajudar a limpar o ambiente e dinamizar a energia

Manjericão 
Sabe quando você precisa desenvolver um projeto ou encontrar criatividade extra para fazer um trabalho difícil? O manjericão pode ajudar a limpar o ambiente e dinamizar a energia. Os cuidados com a erva são bem simples: precisa de sol e também de terra sempre úmida.
Pimenteira 
Uma de suas propriedades mais famosas é afastar energias negativas e pensamentos ruins. Por isso, é legal colocá-la próxima às entradas da casa. Apesar de não ter uma durabilidade alta, é preciso tirá-la o quanto antes do ambiente assim que secar, e colocar outra no lugar até o equilíbrio ser restabelecido na casa. Para conservá-la por mais tempo, a pimenteira precisa de muito sol.
Trevo 
Associada ao poder de ganho financeiro, a planta só se dá bem no lado externo da casa. Popularmente, o trevo de quatro folhas atrai sorte e felicidade. Mas para quem pensa que é impossível encontrar um com as quatro folhinhas, está enganado. A planta é oferecida com certa facilidade em lojas especializadas. 

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Aprenda a fazer uma sapateira-banco com um caixote de feira


Veja o passo a passo e faça você mesmo



Para montar esta sapateira-banco, você vai precisar de:

 - Caixote de feira 
 - Lixa para madeira (P120) 
 - Spray colorido 
 - Enchimento de poliéster 
 - 2 placas de MDF do tamanho da lateral maior do caixote (uma para o assento e outra para a prateleira) 
 - 4 rodízios 
 - Retalho de tecido (com sobra de 10 cm de cada lado da placa de MDF)
 -  4 toquinhos de madeira 
 - Parafusos de 2 cm e tachas 
 - Furadeira-parafusadeira
 - Grampeador para tecido e martelo


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1 - Lixe o caixote e os toquinhos que apoiarão a prateleira até que fiquem bem lisos. Atenção: não lixe o MDF.


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2 - Aplique uma demão de tinta spray nas peças, espere secar e pinte de novo. Agora repita o processo com a prateleira de MDF.


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3 - Coloque o enchimento de poliéster sobre a placa de MDF que servirá de assento.


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4 - Envolva-o com o tecido e pregue esse último na parte de baixo da chapa com o grampeador. Faça o acabamento martelando as tachinhas no tecido ao longo das bordas.


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5 - Pelo lado interno do caixote, prenda o assento nos quatro cantos cuidando para que os parafusos não cheguem até o enchimento. Vire o móvel e parafuse os rodízios na base.


Sapateira-IDEIA7i.jpg
 
6 - Pregue os toquinhos nas faces internas e encaixe a prateleira sobre eles.



Fonte: Casa.com.br 

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Acerte na escolha do rodapé


Antes de fechar a compra, pense no tamanho do pé direito, o tipo do piso e o estilo da decoração

Escolher o rodapé ideal para os ambientes da casa pode não ser uma tarefa tão fácil quanto parece e qualquer descuido muda o resultado da decoração. Por isso, antes de bater o martelo, o ideal é ter em mente o tamanho do pé direito, o tipo de piso e o estilo do ambiente. “A harmonia da casa também será definida pela manutenção da linguagem usada no rodapé, ou seja, mude a altura se necessário, mas não o material”, afirma Simone Algebaile, designer de interiores do Senac Rio.
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Rodapé de 20 cm é um dos mais usados pelos profissionais de arquitetura
Apostar em modelos mais altos que os 7 cm regulamentares é escolha cada vez mais comum entre os profissionais de decoração. A moda, entretanto, não cabe em qualquer lugar. Os rodapés acima de 15 cm delimitam a parede e dão ares de moldura, por isso devem ser colocados em ambientes amplos e com o pé direito alto.  “Para acertar na medida, analise as características do local. Se o pé direito for pequeno e o forro rebaixado, usar um rodapé alto dará a sensação de achatamento”, diz Simone. 
Outra dúvida frequente na hora da comprar o rodapé é decidir qual material trará o melhor resultado. Para o arquiteto Glaucio Gonçalves, usar o mesmo revestimento do piso não é a alternativa mais interessante. “A combinação básica está muito fora de moda e tem pouco efeito. Mas, caso faça muita questão, o ideal é usar modelos de 15 cm que valorizam o aspecto do piso”, afirma. 
Além da função estética, o rodapé também veda e protege a parede contra batidas de ferramentas de limpeza. Desse modo, sua escolha deve levar em consideração que pisos frios, por exemplo, são limpos com panos úmidos. “Usar um modelo de madeira nestes casos não é uma saída interessante, pois o contato com a água estufa e estraga o material a longo prazo”, diz o arquiteto. Nas áreas molhadas, a saída pode ser o gesso, o plástico e o cimento, que são mais duradouros e práticos.
A cor do rodapé também merece atenção especial. Como o objetivo é finalizar o acabamento, usar tonalidades chamativas pode gerar mais destaque do que o esperado. Apesar disso, o rodapé não precisa ser exclusivamente branco. Tons nobres como o bege, por exemplo, fazem um bonito contraste com um piso escuro de madeira.

Piso de madeira: trocar ou restaurar?


Antes de decidir, analise aspectos como qualidade, espessura e estado do revestimento


Quem escolhe usar madeira nos pisos da casa logo se inquieta com o surgimento de manchas, trincas e riscos. O problema se torna mais crítico com o passar do tempo, e a dúvida sobre trocar ou restaurar se concretiza. Responder esta questão depende principalmente de aspectos como qualidade, espessura e estado da madeira. “Vale a pena investir em uma raspagem quando o material for de boa qualidade, já que madeiras de lei possuem estética e valores diferenciados”, diz Wladimir Franco, diretor comercial da Vitrine by Casa Fortaleza.


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O processo de raspagem renova o visual do piso, mas exige espessura mínima de dois centímetros

O método da raspagem exige que o revestimento tenha, no mínimo, dois centímetros de espessura. Tamanha restrição se deve porque, durante o tratamento, o piso será raspado por igual e, se estiver muito desgastado, a possibilidade do contrapiso aparecer aumenta. Desse modo, caso a madeira maciça tenha sofrido três restaurações, o processo ficará inviável. O cuidado deve ser ainda maior empisos de menor resistência , já que aguentam somente duas manutenções.
A raspagem desaparece com os riscos e, a aplicação de novas camadas de verniz renova o visual. Revestimentos em madeira costumam durar, em ambientes de circulação média de pessoas, cerca de 10 anos. Após o tratamento com verniz, seu tempo de vida é reestabelecido. Outra vantagem do processo é a conservação da história da casa, uma vez que madeiras de boa qualidade ganham status de raras e valorizam o imóvel.
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Fazer uma análise do custo x benefício antes de optar pela restauração do material também é importante. O preço da instalação dos pisos de madeira varia conforme o modelo (taco, taco palito e assoalho) e a qualidade. O metro quadrado das madeiras mais resistentes (como ipê, jatobá e cumaru) custa, em média, R$ 300; já o das intermediárias (peroba e tauari) tem custo de R$ 260, e o das macias (amêndula, eucalipto e teca) gira em torno de R$ 220.

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O piso de madeira em peroba tem resistência intermediária e suporta o processo de raspagem

É também nesse momento que a raspagem se torna vantajosa , além do aspecto de preservação de árvores, pois seu valor médio é de R$ 50 (por metro quadrado). Um dos inconvenientes do tratamento é a necessidade de aguardar até 30 dias para ficar pronto. Alguns pisos com estética de madeira (estruturados e laminados), no entanto, não suportam raspagens e, quando gastos, devem ser substituídos.
Os estruturados possuem somente uma camada de quatro milímetros de madeira nobre, sendo o restante material reflorestado, e custam R$ 180 (o m²). Os laminados são ainda mais baratos e seu metro quadrado chega a R$ 60. Uma saída intermediária para quem deseja apostar no visual de madeira , sem gastar muito com manutenção, é investir em pisos de linha pronta. A vantagem desta opção – vendida por R$ 290 (o m²) - é substituir somente as peças danificadas, uma vez que o verniz já vem aplicado. “O aspecto negativo é que, muitas vezes, a nova peça acaba apresentando coloração diferente da do conjunto”, afirma Dimas Donizete, presidente da IndusParquet. 

Veja ainda como preservar a beleza dos pisos de madeira por mais tempo:

- Evite usar saltos finos em locais com madeira macia, pois acabam deixando marcas irreversíveis;
- Envolva os pés de móveis e rodízios de cadeiras com capas de gel para não riscarem o piso;
- Faça uma aplicação de verniz a cada 15 dias, garantindo melhor acabamento estético;
Limpe o revestimento com uma vassoura de cerdas macias e um pano úmido bem torcido;
- Deixe um capacho na entrada da porta para reter grãos de areia vindos da rua;
- Não arraste os móveis pela casa;
- Tenha cuidado com líquidos derramados sobre o piso. Seque rapidamente;
- Evite usar produtos químicos como alvejantes e detergentes, porque desgastam o verniz do material;
- Se possível, modere a intensidade dos raios solares sobre o piso, evitando deformações físicas na madeira e alterações de cor.
(*) Preços apurados em janeiro de 2013 
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